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Era isto que faltava!

Aí está ele, o mês dos (re)começos!

Já vos tinha dito que gosto muito de setembro - gosto das campanhas de regresso às aulas e do cheiro dos livros novos, gosto do calorzinho que ainda nos deixa ir à praia e dos regressos à rotina, gosto da mistura de roupa leve com o gradual regresso ao mais "formal", gosto das feirinhas e festinhas que ainda acontecem e das noites que ainda cheiram muito a verão.

www.pinterest.pt
Este setembro será diferente, ou não estivéssemos nós a viver uma pandemia - fez ontem 6 meses que foram identificados os primeiros casos no nosso país e é praticamente desde aí que vivemos num clima de sobressalto e expectativa. A vida, tal como a conhecíamos, mudou radicalmente. Perdemos aniversários, jantaradas, casamentos, idas ao futebol e a festivais, Euro e Jogos Olímpicos. Fomos "empurrados" para casa e uns mais do que outros, nuns dias mais do que noutros, entregues a um confinamento que farão deste 2020 um ano inesquecível.

Por aqui, setembro será certamente marcante - um regresso às fraldas, às maminhas, às noites interrompidas e ao cheirinho a bebé ☺️. E um regresso, também muito aguardado, ao estudo. Sabia, lá no fundinho, que ainda não tinha fechado esta porta - só me faltava assumir qual dos caminhos seguia. Posto isto, estou oficialmente de volta à "minha" FCUL! Muito feliz, muito entusiasmada por começar e muito expectante por ver como vamos conciliar tudo aqui por casa 💪🏽 
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Ontem, num scroll pelo facebook, vi um post com uma expressão muito típica do norte e com a qual me identifiquei de imediato: “Estou com a telha”. Para quem desconhece, significa estar com a neura. 


Todos, sem exceção, têm estas fases - e eu estou numa delas. Sinto que os efeitos do confinamento imposto pelo covid estão agora a dar sinal. Os primeiros tempos foram difíceis mas depois senti que me tinha habituado/adaptado. Estávamos todos em casa, encontrámos a nossa nova rotina, cada um com as suas tarefas profissionais e pessoais e sem darmos conta estivemos praticamente 4 meses assim. O verão chega e com ele traz dias mais longos, mais quentes, mais bonitos. Para a maioria das pessoas que conheço com ansiedade esta é a altura do ano mais tranquila. As férias, as esplanadas, o por-do-sol... são ingredientes perfeitos para relaxar. Pois fiquem sabendo que comigo é precisamente o contrário. Atenção: adoro o verão! Sou dos petiscos, dos passeios, da praia, da roupa descontraída, dos gelados ao fim da tarde... mas também sou da “cabeça que não desliga” e é nesta altura que a minha tem mais tempo para “inventar”. 

Desde que fui mãe que me obrigo a parar alguns dias no verão. Quando só parava aos fins de semana, os planos tinham que se encavalitar entre sábado e domingo, tornando a agenda – que é como quem diz, a cabeça – completamente cheia. Agora tenho tempo para mim e para os meus. 🙏🏼 Para os meus “meus” e para os meus dramas. E esse tempo deixa-me muitas vezes com a telha. 

Ao confinamento a que todos estamos sujeitos, junta-se um confinamento aconselhado pela junção ‘calor + último trimestre de gravidez’ e uma diminuição brusca da azáfama profissional. À exceção da mala de maternidade, sobra-me pouco ou nada para preparar – roupa lavada, passada e guardada, quarto pronto, compras feitas... basicamente, tudo com ✔ na “to do list” do baby. 
Quem ouve os meus desabafos também me relembra que tenho um blog. Que tenho “novidades” da segurança social para publicar. Que tenho com que me entreter. Mas a verdade é que o meu blog surge de muito estudo mas também de muita espontaneidade na escrita. E nestas alturas falta-me a vontade para escrever. Ainda para mais quando estou numa fase de zanga com a segurança social. Sim, também eu tenho os meus assuntos de cidadão por resolver. E se há coisa que não suporto é ter coisas por resolver. Não sou nada do arrastar, do deixar para amanhã. Nestas questões gosto do preto no branco, do tratado, do resolvido. Que seja por e-mail, por telefone, por atendimento presencial, mas que se resolva. E tenho muita dificuldade em aceitar quando se tenta resolver um assunto, se usa todos os meios ao dispor e se está há 2 meses à espera de uma resolução que é... corrigir um procedimento. 🤬

Hoje entretive-me neste desabafo convosco, em busca de inspiração e vontade para vos continuar a descomplicar a vida de "cidadão". 
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Mês de reflexões, de rescaldos, de [re]começos e de renovações. Chegou setembro. Bem-vindo!

Representa, desde sempre, um momento importante do meu ano, mais até que a passagem de ano. É em setembro que "paro" para traçar metas, estabelecer objetivos, adotar novos hábitos e recuperar outros tantos esquecidos no tempo. 
[É também aquele mês muito dado a fins de tarde maravilhosos e na praia, ótimos para fazer parecer que as férias ainda não acabaram.]

O facto de me manter em ambientes "escolares" contribui bastante para este sentimento de viragem. E a prova disso continua a ser a agenda! Juro que já tentei, mas não consigo viver com uma agenda Janeiro-Dezembro. A minha vida organiza-se em Setembro-Agosto por mais que tente contrariar. 


As férias são ótimas para repor o fôlego - e a vitamina D 🙏 - mas são também uma excelente oportunidade para encher o meu cérebro de mil ideias e planos. Longe vão os tempos em que as ocupava com o cheirinho dos livros a serem folheados pela primeira vez, a escolha da cor da Eastpak, a compra do material e a expectativa pelo melhor horário da escola. Ainda hoje bate a saudade quando passeio pelos corredores do mundo encantado das campanhas de Regresso às Aulas 😛.

Pois bem, eis que chega setembro. Com o ano letivo a começar, a pouco e pouco vamos entrando nos ritmos aqui por casa e aproveitamos para amadurecer a mão cheia de planos que temos para os meses que aí vêm.

Por aqui vamos manter o mesmo registo - muitas financeirices, muita cozinha, culinária e gula, com uns toques de lifestyle, atividades e dicas - num layout mais leve (primeira novidade).
Faz parte do plano encontrar tempo que permita novidades mais frequentes, quer no blog, quer nas redes sociais! 👌 Está ainda na calha - se as coisas evoluírem como queremos - uma extensão ao Youtube, com uma vertente que revelarei mais tarde. 🙊

Fica o convite para que continuem desse lado e que não deixem de partilhar com os vossos amigos. Tenho a certeza que Era isto que faltava! a muitos deles.

Bom ano a quem o "começa" agora. Para quem iniciou o ano em Janeiro, vão começando a pensar nas resoluções para o próximo ano. Daqui a dezembro é um pulinho.



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Sim, já sei 😏 a música é com agosto! Mas para mim, março é um dos meses mais queridos do ano e esta frase acaba por ser o meu mantra (😂 nem acredito que escrevi isto) para o dia 1!

Sempre gostei muito de março. Termina em bom - com o meu aniversário - mas até lá há muito que o torna ainda mais especial.

Começa com dias que vão crescendo a olhos vistos para terminar com a tão aguardada mudança da hora 🙏. Confesso que passo o mês com este pensamento: já só faltam "x" dias para o horário de verão. Rejuvenesço quando muda a hora. Mesmo!

Chega a primavera - se bem que agora a coisa já não é tão evidente - e com ela as flores, as cores alegres, as roupas mais frescas.

É um mês em que acabo sempre por gozar alguns dias de descanso, quer seja por "culpa" do carnaval ou da páscoa! 

E para tornar este mês ainda mais especial foi também em março que descobri que estava grávida! 

🌸 🌺 Uma mão cheia de bons motivos! Como não adorar? 🌺 🌸 

Imagem de Maria Carvão ® 

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Sonhava com este dia há anos, podem crer!

Mesmo antes de ser mãe imaginava o dia em que entraria em Alvalade com um filho pela mão. Também eu entrei pela primeira vez (no velhinho Alvalade) de "mão" dada com a minha mãe e guardo na memória toda a excitação e entusiasmo desse dia. Lembro-me da data, da viagem, de não saber ao que ia, da surpresa que me fizeram, do adversário que defrontámos, dos golos, do resultado final. É certo que era bem mais velha do que o S é, mas quero acreditar que o gene da memória que parece ter herdado da mãe e a paixão verde e branca que lhe tenho transmitido desde que estava na barriga, façam deste um dia que ele não esqueça. Este dia estava prometido há alguns meses e a pergunta "quando vou contigo, mãe?" já tinha sido feita outras tantas vezes. Talvez por isso tenha sido com orgulho que saiu de casa, vestido a rigor e de cachecol na mão (não sem antes dizer "pai, já venho, vou com a mãe ao Sporting, ao futebol").

Assim que chegou à bancada parou espantado com a dimensão daquela casa, tão minha, tão - agora - nossa. O meu coração cresceu como nunca antes crescera quando demos a mão e cantámos juntos O mundo sabe que. E os meus olhos transbordaram a felicidade que não me cabia no peito quando gritámos "Goloooooo" juntos, pela primeira vez, em Alvalade!

Contra as expectativas dos mais cépticos aguentámos até ao fim, com imensas perguntas, com muitas explicações e respostas aos vizinhos do lado, mas sem recurso a qualquer manobra de diversão eletrónica. Tenho um filho que me enche de orgulho todos os dias. E hoje foi só mais um! 💚

Quis o destino que faltasse no meu livro de memórias uma visita a Alvalade acompanhada pelo meu avô. Mas onde quer que a nossa estrela esteja, sei que hoje, mais do que em qualquer outro dia, assistiu feliz ao legado que deixou.

Quem é do Sporting desde sempre, é do Sporting para sempre!

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Quem me conhece bem já deve ter estranhado a ausência por aqui de um tema bastante predominante na meu dia-a-dia! Tenho andando a marinar a ideia de escrever sobre um assunto que me diz tanto mas que é sempre polémico: futebol. Mas porque estamos em vésperas de um jogo que é sempre especial, abro hoje este capítulo da minha vida!

Não me lembro da vida sem Sporting, mesmo quando recuo às memórias mais longínquas da minha existência. Cresci a ver o meu avô dar murros nas mesas quando o Sporting falhava um lance, quando não ganhava, quando "perdia" o campeonato no Natal... Cresci a fazer viagens quinzenais aos domingos a todas as cidades acima de Leiria com bandeiras e cachecóis presos nos vidros do carro. Há cidades de que mal me lembro e a única memória que me ocorre é das imediações do estádio, dos adeptos a sair, dos cânticos e das bandeiras. Cresci a ser gozada na escola porque nunca ganhava nada, porque nunca tinha visto o meu clube ser campeão (e muitas vezes gozada por colegas a quem tinha que explicar o que era um fora de jogo 😏)
Cresci com o estigma de que o futebol não é para meninas... e que estranho era quando eu falava de futebol (lembro-me de quando comecei a namorar com o D um amigo nosso lhe ter dito: "vais ter sempre com quem falar de futebol" 😂)

Recordo na perfeição aquela tarde de domingo em maio de 2000, a noite de quinta em maio de 2005, a 1ª vez no velhinho José de Alvalade, a 1ª vez no Alvalade XXI, o jogo em que o Adrien me deu a camisola... a despedida do Liedson, o calcanhar do Xandão, a final da taça com o Braga... and so on!

É um amor que não se explica, sente-se! Porque quem é do Sporting desde sempre é do Sporting para sempre! Assim será comigo (e espero que com a descendência 💚 )


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Quem me conhece sabe que cinema não é a minha praia. Gasto umas boas dezenas de euros por ano noutras culturices (qualquer dia divago sobre isto) mas cinema... epá... não! É mesmo uma cena que não me assiste. Por vezes ainda me entusiasmo com alguns nomes sonantes mas ao fim de trinta minutos estou ferrada a dormir (felizmente percebi isto há mais de 10 anos e deixei de gastar dinheiro em vão).
Pensei que a culpa fosse do meu sofá, demasiado confortável. Até é mas... adormeço igualmente numa qualquer sala de cinema do país. Estou 10 minutos sentada de forma correta até àquele momento em que começo a afundar-me na cadeira em busca da posição ideal. Check, feito! Agora é só deixar acontecer (e por norma, mais 10/15 minutos são suficientes). Ponderei a hipótese de ter a ver com a escolha do género mas também não me parece. Adormeço com a mesma convicção quer seja um romance, um policial ou uma comédia. Posto isto, parece-me real, não fui feita para apreciar a sétima arte.

Já tinha assumido esta realidade na minha vida até ao dia em que chegou ao cinema o filme que me fez regressar - "Bohemian Rhapsody". Desde que me lembro que ouço Queen. Era das bandas mais ouvidas na minha casa e muitas das minhas memórias de infância têm Radio Ga Ga, Under Pressure ou I Want You Break Free como banda sonora. Sempre foi a minha banda de eleição. E sempre foi uma pena para mim não ter tantas memórias de Freddie Mercury como tenho das suas músicas. Percebi desde logo que não podia perder este filme. E que não podia vê-lo noutro sítio que não fosse uma sala de cinema.

Mais do que qualquer pormenor cronológico, o filme vale pela música, vale pela biografia, vale por nos fazer recordar o génio que foi Freddie e vale pela interpretação monstruosa de Rami Malek, principalmente na cena do Live Aid. Escusado será dizer que sussurrei todas as músicas, que passei o filme a bater o pézinho e que seria capaz de voltar. Pelo Freddie e pelo Rami!

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Santiago do Cacém, 3 de janeiro de 1994

Estava aberto o caderno diário - amarelo - em terras alentejanas.
Faz hoje 25 anos. A julgar pela quantidade de memórias que ainda preservo parecem bem menos. 

Lembro-me de quase tudo - do cheiro da escola, do abraço que dei aos meus pais à porta da sala, dos olhares vindos do interior, da carteira e da colega com que me sentei, do material escolar que levava na mochila, do saquinho de pano onde guardava o pão para o lanche.
Há 25 anos atrás senti-me entregue aos lobos. Uma turma cheia de amigos e primos e primos de primos, que via entrar uma "bimba" que ainda por cima já tinha aprendido o "C", tinha tudo para dar asneira. E deu, uns dias mais do que outros. Foi uma adaptação tumultuosa, apaziguada com muitas Barbies, Tazos e coreografias das Onda Choc. Até ao dia em que consegui o heróico "1,2,3 Sílvia salva todos" e de uma assentada, salvei uma turma inteira... num jogo de escondidas! E nessa noite deitei-me com a certeza de que estava onde devia estar e que não tinha sido em vão o "sim" que dei à minha mãe.

O dia de hoje goza também de uma outra efeméride - As bodas de prata de uma família ❤ E tão boa que é!



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Há já algum tempo que esta ideia pairava na minha cabeça.

Adoro conversar, adoro contar histórias, adoro escrever... mas será que mais alguém - para além da família e amigos - terá paciência para os meus devaneios?!
Sempre gostei muito de escrever e de comunicar e confesso que quando me decidi pelas ciências exatas ficou um ligeiro vazio. Vazio que vou colmatando com algumas publicações lamechas nas redes sociais. Talvez a educação tenha sido a forma mais ou menos inconsciente que encontrei para aliar a exatidão dos números à paixão pelas palavras. Ou talvez não... talvez este blog venha preencher de vez esse vazio.

Ok, pensei, vou criar um blog. Vamos ver no que dá. Mesmo que só chegue aos mais chegados, vou concretizar um objetivo. Mas vou escrever sobre o quê? Não tenho vida de blogger, ponto. Não vou aos eventos da moda, aos restaurantes chiques acabados de inaugurar, não viajo pelo mundo, não sou fit, não tenho descontos naquela marca que começa em P e acaba em ozis, nem compro roupa nos mercadinhos. Tenho interesses tão variados quanto estranhos até! Gosto muito de tudo o que tem a ver com matemática, finanças, economias e poupanças mas espantem-se... sou bióloga! Não ligo nenhuma a cinema mas sou louca por futebol. Detentora de uma memória de elefante e de um estranho dom de "não saber disfarçar".

No fundo uma vida normal, com pormenores um bocadinho fora do comum - ok, reconheço - mas normal.

Talvez seja mesmo isso que ainda falte. 😉

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Mãe.
Apaixonada pela família.
Fã de convívios e reuniões com amigos.
Louca por números e finanças pessoais.
Amante de boa comida e futebol.
Atenta ao ambiente e a dicas de poupança.
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